A modelo participa desta edição da São Paulo Fashion Week no domingo, 22. Crédito: Reprodução/Inez van Lamsweerde & Vinoodh Matadin/GQ
Gisele Bündchen está na edição de julho da revista masculina “GQ”. A publicação, que estará nas bancas norte-americanas no próximo dia 24, traz a supermodelo na capa sem calcinha, apenas de sutiã e meiões.
Gisele Bündchen posa seminua
June 19th, 2008 · No Comments
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Mais cuecas a venda! Restante dos bens de Abadia vão a leilão!
June 19th, 2008 · No Comments
juiz da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, Fausto Martin De Sanctis, determinou que os bens do megatraficante Juan Carlos Ramírez Abadía que não foram arrematados em leilão anterior sejam novamente leiloados. Entre os bens há uma lancha avaliada em R$ 1,7 milhão, um veículo Ford Rural, 73 relógios de marcas importadas, oito canetas, além de óculos escuros e relógio de mesa. Serão feitos dois leilões, no dia 3 e 17 de julho.
No dia 8 de abril, foi realizado um bazar beneficente no Jockey Club de São Paulo para a venda dos bens pessoais de Abadía - móveis, aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e utensílios para casa - apreendidos pela polícia. No dia seguinte, foram colocados em leilão bens de maior valor. Porém, nem todos os itens foram negociados, motivo pelo qual o juiz da 6ª Vara ordenou novos leilões.
Os valores obtidos serão depositados em conta judicial e parte do dinheiro ficará aplicado até que o processo tenha transitado em julgado. O restante será divido entre entidades de assistência social definidas pela Justiça. Os lances poderão ser oferecidos também pelo site www.leilao.mj.gov.br. Condições de venda, pagamento e todas as regras do leilão estão disponíveis no site ou pelo telefone (11) 3284-7521.
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Brasil ainda contaria com 8 mil escravos trabalhando no campo
June 19th, 2008 · No Comments
O Brasil ainda contaria com 8 mil escravos trabalhando no campo. O alerta é da Organização Mundial contra a Tortura, uma coalizão de Organizações Não-Governamentais (ONGs) que lançou seu relatório anual com o apoio do presidente de Timor Leste, José Ramos Horta, e o arcebispo Desmond Tutu. A entidade faz o alerta diante da avaliação das condições e violações dos direitos humanos no Brasil. A Organização contra a Tortura admite que o governo vem tomando importantes medidas para lidar com o problema, mas alerta que a situação no campo no Brasil ainda é “grave”.
Em seu levantamento, a entidade aponta para casos de ativistas que foram assassinados por pressionarem por seus direitos. A organização, com sede na Suíça, ainda alerta que o número de trabalhadores rurais sendo expulsos de suas terras continua alto e mina os esforços de reforma agrária. “O Brasil continua fortemente marcado pela violência, corrupção e onipresença da impunidade”, afirma a entidade.
Outro problema destacado é o envolvimento da polícia e das forças de ordem em todos o País, seja no campo como nas favelas. Para a entidade, os crimes - como assassinatos e tortura - são cometidos “com freqüência” pela polícia. A entidade também critica a falta de formação adequada dos policiais e o fato de as favelas estarem controladas por “milícias paramilitares”. Para completar, esquadrões da morte são formados por policiais e impõe sua lei “em total impunidade”.
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Jamie Oliver pirou! Afirmou que as mulheres deveriam fazer greve de sexo
June 19th, 2008 · No Comments
Jamie Oliver afirmou que as mulheres deveriam fazer greve de sexo para obrigar seus parceiros a começar a cozinhar.
A declaração de Oliver foi feita durante uma sessão de perguntas e respostas com o público no festival literário Hay-on-the-Wye, na cidade de Powys, no País de Gales.
“Os homens são muito simples. Eles fazem tudo por sexo. Por isso, a melhor maneira de fazer os homens entrar na cozinha é se recusar a fazer sexo até que eles comecem a cozinhar”, disse o chef.
Além disso, Oliver afirmou ainda que “as melhores chefs do mundo são mulheres”.
Hábito
Durante o encontro, o chef descreveu ainda sua surpresa ao iniciar as filmagens do seu mais recente programa de televisão, filmado em Roterdã, e descobrir que várias famílias não sabem cozinhar.
O chef, que virou celebridade internacional graças ao seu programa de TV - e que ganhou notoriedade na Grã-Bretanha com suas campanhas por uma alimentação mais saudável nas escolas - disse que está tentando fazer com que as famílias entendam que o ato de cozinhar pode tornar a vida mais simples e reduzir o custo da alimentação.
“Estou vivendo com famílias que não têm o hábito de cozinhar em suas vidas e quero que elas se apaixonem pela cozinha”, afirmou Oliver.
“As pessoas perderam a noção de que a comida é algo importante. As crianças deveriam poder sair da escola e saber preparar um prato simples”, disse.
Porcos
Durante o festival, Jamie Oliver também indicou que sua próxima campanha será por uma melhoria nas condições de criação de porcos.
Em janeiro, um documentário feito por Oliver sobre a indústria do frango, que mostrava o processo de criação das aves, foi transmitido por um canal de televisão britânico para incentivar a criação solta dos animais.
De acordo com o chef, a opção pelos suínos se deve a escolha de sua própria audiência. Segundo ele, outros planos incluíam campanhas para melhorar o processo de criação de gado e da produção de leite.
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Sexo todos os dias do ano? Que presente!
June 19th, 2008 · No Comments
Charla fez a proposta para o marido quando ele completou 40 anos de idade. Ela ofereceu fazer sexo todos os dias durante um ano como um presente de aniversário.
Segundo ela, eles estavam casados há oito anos, tinham um casamento sólido e dois filhos, mas o sexo tinha caído na rotina. Por isso, decidiu fazer a oferta para o marido, que inicialmente recusou a proposta, mas concordou em seguida.
“A idéia cumpria todos os requisitos de um bom presente: inesperado, bem pensado, memorável, com boa relação custo-benefício e, especialmente, perfeito para quem o recebe”, diz o livro.
Calendário
Para cumprir a tarefa, o casal teve que criar um calendário diário para a atividade e algumas regras básicas para conseguir manter relações todos os dias.
Entre as regras, por exemplo, estava a possibilidade de um dos dois negarem fazer sexo se não estivessem com vontade e o tempo de duração da relação.
Além disso, quando um dos dois estivesse viajando a trabalho, não teriam relações e não precisariam “repor” os dias que perderam.
“A proposta não foi feita para se tornar uma maratona ou para batermos algum recorde, mas uma tentativa sincera de aproximação pela intimidade e conexão diária”, afirma o texto do livro.
O casal revela que não fez sexo durante os 365 dias, mas que manteve uma média de 26 a 28 dias por mês.
Segundo Charla, a atividade trouxe benefícios para o casal, que agora tem um nível maior de intimidade, não apenas sexual.
“O presente foi uma forma pessoal – bem pessoal – de mostrar ao Brad como eu estava comprometida com nosso casamento”, afirma Charla Muller em um dos trechos do livro, publicado pela editora Berkley Books.
Além de 365 Nights, um livro similar também teve lançamento recente nos Estados Unidos. Em Just do It (”Simplesmente Faça”, em tradução livre), o casal Douglas e Annie Brown conta a experiência de passar 100 dias mantendo relações sexuais todos os dias.
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Fim das sanções a a Cuba
June 19th, 2008 · No Comments
A União Européia (UE) decidiu nesta quinta-feira levantar as sanções diplomáticas que mantinha desde 2003 contra Cuba e propôs iniciar um diálogo “global e aberto” com o governo de Raúl Castro.
“Esse processo de diálogo deve incluir todos os âmbitos potenciais de cooperação, incluídos os setores político, de direitos humanos, econômico, científico e cultural”, diz o documento assinado pelos governantes dos 27 países europeus no primeiro dia da cúpula que celebram em Bruxelas.
A declaração também reconhece e apóia “as mudanças empreendidas até agora pelo governo cubano” e pede que o processo de abertura na ilha continue.
O fim das sanções só conseguiu a unanimidade exigida para ser aprovado pelo bloco depois da introdução de uma cláusula que determina uma avaliação, dentro de um ano, dos resultados da reaproximação européia a Cuba nos campos político e de direitos humanos.
Segundo o ministro de Relações Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos, a condição foi imposta pela República Tcheca, país que estará à frente da Presidência rotativa européia em junho de 2009 e, portanto, será encarregado de coordenar a revisão.
Ainda assim, Moratinos disse confiar em que não haverá mudanças na posição européia.
“Se a Espanha já conseguiu avanços muito importantes com seu diálogo bilateral com Cuba, tenho certeza de que conseguiremos mais avanços quando o diálogo for com toda a União Européia”, afirmou em entrevista coletiva.
Para o governo espanhol, maior defensor da reaproximação européia à ilha, o fim definitivo das sanções, que restringia os contatos diplomáticos dos governos europeus com Havana, “é a melhor maneira de conseguir resultados” a favor da abertura em Cuba.
Direitos Humanos
Os governantes europeus garantiram que o diálogo com o governo de Raúl Castro será acompanhado por um diálogo semelhante com membros da oposição.
Também prometeram “seguir oferecendo a todos os setores da sociedade apoio prático para uma mudança pacífica” no país e insistiram que os cidadãos cubanos têm “o direito de decidir seu futuro com total independência”.
Em sua declaração, a UE ainda se compromete a pedir que o governo cubano respeite a liberdade de expressão e informação e a “destacar seu ponto de vista sobre a democracia, os direitos humanos universais e as liberdades fundamentais”.
Ao mesmo tempo, pede que as organizaçõers humanitárias internacionais possam ter acesso às prisões e insistem em que Cuba deve melhorar “de forma efetiva” as condições de direitos humanos “mediante a liberação incondicional de todos os presos políticos, incluídos os que foram detidos e encarcerados em 2003”, durante a chamada “primavera negra”.
Foi a prisão, nesse ano, de um grupo de 75 dissidentes cubanos, que levou a UE a adotar sanções contra a ilha.
Apesar de terem sido suspensas em 2005, as restrições podiam continuar sendo aplicadas individualmente pelos governos nacionais.
O fim definitivo dessas medidas era imposto como condição pelo governo cubano para aceitar a oferta de diálogo e cooperação reiterada diversas vezes pelos líderes europeus.